Desta feita, na rubrica de poemas que remetem para Deus, deixo aqui o singular Trees do norte-americano Alfred Joyce Kilmer. Esta breve composição - que personifica no feminino a árvore nela cantada e que, como o restante da sua obra, celebra de um modo incontido a sua fé Cristã e a beleza da natureza - é, parece-me inequívoco, a sua obra prima, a pérola de uma vida dedicada, toda ela, a conjugar o sentimento com a acção. A contemplar.
Trees
I think that I shall never see
A poem lovely as a tree.
A tree whose hungry mouth is prest
Against the earth's sweet flowing breast;
A tree that looks at God all day,
And lifts her leafy arms to pray;
A tree that may in summer wear
A nest of robins in her hair;
Upon whose bosom snow has lain;
Who intimately lives with rain.
Poems are made by fools like me,
But only God can make a tree.

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