Sabemos o que é o Cristianismo e não desconhecemos o que foi o movimento modernista na Igreja. Mas saberemos que o Cristianismo modernista, frequentemente apartado da fé da Igreja por mais que digam que apenas a desejam renovar, está votado à futilidade? Serão apontados apenas alguns motivos para esta constatação.
Em primeiro lugar, trata-se de um movimento que nega o sobrenatural e que, desse modo, faz com que os seus seguidores não sejam verdadeiramente religiosos. De seguida, ocorre ser essencialmente individualista e não comunal; assim, estando cada pessoa na convicção de a sua consciência poder ser a norma última para o seu agir, envereda pelo despotismo do relativismo. Um terceiro aspecto, ligado ao precedente, é que se trata de um movimento que quase que idolatra a subjectividade e o sentimentalismo e, desse modo, priva-se da pertença e da crença comunitária. Depois é fácil de constatar que é profundamente revisionista da História de modo a, manipulando fontes de acordo com os seus prejuízos naturalistas e relativistas e sentimentalistas, negarem valor à Tradição e importância a uma Igreja que é para todos e de todos.
Ou seja e numa breve síntese: trata-se de um movimento encerrado sobre si mesmo, perdido no labirinto daquilo que absolutiza e, deste modo, desprovido da seiva de uma fé que, não sendo a da Igreja, não é a de Cristo Jesus e, portanto, encaminha-se para a sua auto-destruição devido à sua futilidade seja na Igreja, seja para o mundo.

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